Projetos

ATLCM

Escola Estadual E.M. Setembrina
Viamão - RS

Caroline de Brito Oliz

  • Tiago Alexandre Filipini
  • Mariana Nunes Pereira
  • Aghatta Natasha Fraga Carrasco
  • Carlos eduardo pacheco kwietniewski
  • Lucas Bernardo Nascimento da Silva

O plano de ação desenvolvido teve como objetivo geral mapear as espécies de abelhas nativas presentes na escola. Esta ação foi realizada na comunidade escolar que se encontra no centro do município de Viamão, Rio Grande do Sul, da Escola Estadual de Ensino Médio Setembrina, sobre as abelhas nativas sem ferrão. Foram obtidos como resultados preliminares a localização de dois ninhos de abelhas nativas na área da horta escolar: Vorá/Jataizão da espécie Tetragona clavipes; e Jataí/Alemãnzinha da espécie Tetragonisca angustula fiebrigi, ambas encontradas na horta escolar em uma parede de alvenaria. Elas foram identificadas pela professora Caroline Oliz, mestre em fitotecnia e bióloga, com base no livro: Espécies de abelhas sem ferrão de ocorrência no Rio Grande do Sul elaborado pelas especialistas Betina Blotchein e Sidia Witter. No local dos ninhos foram colocadas placas de identificação. Estes locais serão utilizados como ferramenta de aprendizagem em aulas como, meio ambiente, ciências e agroecologia. Na sequência do plano de ação, foi realizado o contato com o pai de um estudante do segundo ano do ensino médio que é meliponicultor, este se dispôs a doar para a escola os materiais necessários à confecção de uma caixa de dimensões adequadas às abelhas nativas e a “isca” que é a própria cera da abelha jataí no intuito de atrair possíveis abelhas que desejam formar um novo ninho. A caixa foi montada e instalada por dois estudantes da escola, junto a identificação “Caixa de Meliponicultura”, o local é coberto e fica ao lado da horta. Ainda aguardamos a instalação de abelhas. É um local com disponibilidade de alimento para as abelhas e também beneficia a polinização dos cultivos que desenvolvemos nesse espaço. Como resultado esperado temos a caixa dos meliponíneos, que serão manejadas posteriormente por dois professores que já realizaram cursos e conhecem sobre meliponicultura, a prof. Caroline Oliz e o prof. Eduardo Hepp de geografia, responsáveis pelo manejo no futuro.

Utilizamos cookies e outras tecnologias para lhe oferecer uma experiência de navegação melhor, analisar o tráfego do site e personalizar o conteúdo, de acordo com a nossa Política de Privacidade e Política de Cookies. Ao continuar navegando, você concorda com estas condições.